"A Vida é bela.Gostaria de a viver mil vezes." (Beethoven)

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Mai 09

Imagem Histerectomia

 

Algumas informações básicas...

 

O que é uma histerectomia?

A histerectomia é a remoção cirúrgica do útero. Ocupa o segundo lugar entre as cirurgias efectuadas com mais frequências nas mulheres, logo a seguir à cesariana. Dependendo do tipo de histerectomia realizado e do motivo por que esta intervenção está a ser efectuada, por vezes, durante uma mesma cirurgia, efectua-se também a remoção do colo uterino, dos ovários e das trompas de Falópio. Existem três tipos básicos:

Histerectomia total (ou "histerectomia tradicional") - Remoção do útero e do colo uterino. Pode efectuar-se ou não a remoção dos ovários e das trompas de Falópio.

Histerectomia subtotal ou parcial - O útero é removido, mas o colo uterino é preservado. Pode efectuar-se ou não a remoção dos ovários e das trompas de Falópio. Alguns ginecologistas acham que deixar o colo uterino pode reduzir os problemas de incontinência mais tarde na vida.

Histerectomia radical - Remoção do útero, do colo uterino e de alguns gânglios linfáticos pélvicos. Pode efectuar-se ou não a remoção dos ovários e das trompas de Falópio. Esta intervenção é normalmente recomendada para tratar cancros do útero e do colo uterino.

Por que motivo é que, por vezes, é necessário realizar uma histerectomia?

Nos Estados Unidos da América, todos os anos 600.000 mulheres são submetidas a histerectomia, com o objectivo de tratar todo um leque de Patologias. Entre elas incluem-se:

Fibromiomas - Tumores normalmente benignos (não cancerosos) no interior do útero. Um fibroma pode ser tão pequeno como uma ervilha ou tão grande como uma laranja grande. Mais informações sobre fibromiomas.

Menorragia - Termo médico para hemorragia menstrual excessiva. Normalmente, a menorragia é provocada por alterações hormonais ou por fibromiomas. Também pode ser causada por uma infecção ou por uma doença. Mais informações sobre o THERMACHOICE como opção de tratamento.

Endometriose - Condição em que o tecido que normalmente reveste o útero aparece noutras partes do abdómen. Pode causar dor pélvica e infertilidade.

Problemas de suporte pélvico - Condição, como é o caso do prolapso uterino, em que o útero desce da sua posição normal e entra dentro da vagina.

A histerectomia também está indicada para tratar alguns cancros do útero e do colo do útero.

Na grande maioria dos casos, a histerectomia é um procedimento electivo. Só deve ser considerada se o problema em questão não puder ser tratado com tratamentos menos invasivos, que preservam o útero, ou se esses tratamentos não tiverem sido bem sucedidos.

Se você e o seu médico decidirem que é necessário fazer uma histerectomia, indague junto do seu médico quais são as opções de histerectomia que são menos invasivas. Mais informações sobre opções minimamente invasivas, como por exemplo a histerectomia supracervical laparoscópica (HSL).


Nem sempre é fácil tomar a decisão de fazer uma histerectomia...

No fim de contas, uma histerectomia é uma cirurgia delicada, o que por si só já é assustador. Mas, se o seu caso for semelhante ao de muitas mulheres, as coisas não ficam por aqui. Provavelmente, irá ter perguntas a fazer sobre a histerectomia e a influência que ela irá ter em si, naquilo que sente, tanto física como emocionalmente (e até sexualmente) bastante tempo depois de a cirurgia ter sido realizada.

O normal será já ter falado sobre as questões que são mais importantes para si com o médico, a família e os amigos. Explorou as alternativas. Mas agora que tanto você como o seu médico chegaram à conclusão de que a histerectomia era a melhor opção, o que se irá passar a seguir?

Pois bem, continue a ler. Porque, mesmo depois de ter tomado a decisão de fazer a histerectomia, ainda existem opções que deve considerar e escolhas a fazer.

O tempo em que todas as mulheres tinham de ser submetidas ao mesmo tipo de histerectomia já passou. Hoje, existem vários tipos de histerectomias, e foram desenvolvidas técnicas cirúrgicas menos invasivas, que podem ajudar a minimizar a dor e a cicatrização, e podem reduzir o tempo de recuperação.

Também pode obter mais informações sobre técnicas que o seu médico pode utilizar para prevenir complicações como, por exemplo, as aderências.

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Convém conhecer os seguintes termos para compreender melhor as informações contidas na presente secção.
 

publicado por carla grileiro às 10:31

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